Além da miséria
e da ausência de capacidade de reflexão, no centro do furacão criminoso da
compra e venda de voto, se assenta o individualismo e o egoísmo da pessoa
humana. Eleitores corrompidos elegem o paternalismo como ação de Estado e, na
mais pura preguiça e ausência de espírito cívico, cantam e rolam no acorde e na
mentalidade da canção: “dependendo da ocasião, até me faço de leitão para mamar
deitado”.
Neste contexto, as
igrejas, que bem possuem condições para esclarecer, educar e formar senso
crítico entre os fiéis devem insistir na questão da retidão moral durante o
pleito eleitoral.
Padres, pastores e líderes religiosos possuem a
obrigação de informar, de cima dos púlpitos, que vender o voto é pecado. E
pecado mortal, porque através deste “negócio” pecaminoso, políticos descarados
assumem o poder, assaltam os cofres da Administração Pública e jogam na fome a
maioria do povo sofrido.
Pensamento da semana: PROTESTE NA URNA.
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