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Cesar Techio
Economista – Advogado
cesartechio@gmail.com.br
A idéia básica que permeia o conceito de “arte política”, é de
que a ação governamental, ao invés de se submeter às ciências tem raiz no
conhecimento prático de explorar todas as possibilidades existentes, de como
improvisar e realizar o máximo, de como modificar em positivos todos os fatos
negativos; tudo com base na “arte” pessoal, na destreza de convencimento, no
carisma pessoal dos políticos. O que interessa, então, para a “arte da política”,
é o confronto direto dos problemas práticos e específicos e a capacidade de
superá-los.
Mas, sem conhecimento acadêmico, técnico e científico, como
abordar de forma precisa e correta cada situação? Como conhecer a lógica
interna de cada problema? Como confrontar os problemas práticos sem conhecer
soluções técnicas e científicas sobre desenvolvimento, saúde, meio ambiente,
urbanismo, direito, economia, finanças públicas e outras matérias necessárias
ao bem administrar, absolutamente imprescindíveis às mais eficazes decisões e a
resultados de grandes alcances e maiores impactos à maior parte da população?
Parece-me que, no conceito de “arte da política”, se empoleiram
as raposas políticas, as que se dedicam a puxar o tapete dos que as cercam; as
que contratam mequetrefes; as que moldam e conduzem as políticas públicas de
acordo com as suas conveniências e entendimentos pessoais; as que conspiram com
deslealdade na certeza íntima da discrição dos subservientes; pouco preocupadas
com resultados efetivos da operacão administrativa.
PRECISAMOS MUDAR ISSO.
CESAR TECHIO

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